sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
...Estou chegando a Londres... E pensar que faz tanto tempo que estive aqui... Os pensamento de Dante voam junto com seu avião que esta nesse momento se Alinhando com a pista de pouso do Heatrow Airport onde na pista, ja havia esperando um helicoptero sem muitas expressões ele sai do jato e entra imediatamente no helicoptero que ja estava a sua espera ligado, apos a decolagem uma rapida visão de Londres a noite.
...A atmosfera esta sinistra, mais do que de costume ... Pensa ele. Chegando em sua casa de campo recem adquirida tudo esta no lugar, em perfeita harmonia exatamente como ele gosta, logo que entra Clair d' Lune começa a tocar e ecoa pela casa toda! Dante fecha seus olhos por alguns minutos e pensa, Porque voltei? (continua...)
...A atmosfera esta sinistra, mais do que de costume ... Pensa ele. Chegando em sua casa de campo recem adquirida tudo esta no lugar, em perfeita harmonia exatamente como ele gosta, logo que entra Clair d' Lune começa a tocar e ecoa pela casa toda! Dante fecha seus olhos por alguns minutos e pensa, Porque voltei? (continua...)
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A noite em Londres estava linda, como sempre. Ao sair do carro, Hannah respirou fundo e olhou ao redor. Mesmo à noite, ela conseguia ver o fog cobrindo a cidade e lamentou por não ver mais a manhã cinzenta que ela tanto gostava de ver quando mais jovem.
Entrou na casa que havia acabado de ser arrumada pelos empregados de lá. Abriu sua bolsa de mão e tirou a carteira de cigarros, caminhando para a janela lentamente. A sala tinha uma decoração simples, com móveis negros, aveludados e esparsos. Apenas uma pequena estante, um sofá e duas poltronas ocupavam a sala. Enquanto caminhava, Hannah deslizava a mão suavemente pelo tecido que forrava o sofá, como se tocasse a pele de um amante, como se estivesse em transe. Sem mal perceber que o sofá tinha acabado, Hannah deu mais alguns passos até a janela e, ao longe, via a Ponte de Londres.
Acendeu o cigarro, acompanhando a fumaça espiralada que subia do cigarro. Se perdia em lembranças, pensando compulsivamente na rosa que havia sido encontrada ao lado da jovem morta próxima ao teatro. Olhou para o seu punho e viu a mesma tatuagem da rosa. Mais do que conhecer o símbolo, ela conhecia o dono daquela marca em especial.
Ele provavelmente estaria por Londres. Fechou os olhos e respirou fundo... Não q precisasse, mas para sentir o cheiro do local. Seria possível sentir o cheiro dele ainda? Será que ele poderia sentir o seu cheiro?
Puxou um longo trago do cigarro. Olhou novamente para as estrelas, cobertas pelo eterno fog de Londres, em um longo momento de reflexão. Não sabia o que era pior: encontrá-lo ou não encontrá-lo. Bem no fundo de seus pensamentos, dizia a si mesma, como se ele a pudesse ouvir:
- Alteza, estou aqui!
Entrou na casa que havia acabado de ser arrumada pelos empregados de lá. Abriu sua bolsa de mão e tirou a carteira de cigarros, caminhando para a janela lentamente. A sala tinha uma decoração simples, com móveis negros, aveludados e esparsos. Apenas uma pequena estante, um sofá e duas poltronas ocupavam a sala. Enquanto caminhava, Hannah deslizava a mão suavemente pelo tecido que forrava o sofá, como se tocasse a pele de um amante, como se estivesse em transe. Sem mal perceber que o sofá tinha acabado, Hannah deu mais alguns passos até a janela e, ao longe, via a Ponte de Londres.
Acendeu o cigarro, acompanhando a fumaça espiralada que subia do cigarro. Se perdia em lembranças, pensando compulsivamente na rosa que havia sido encontrada ao lado da jovem morta próxima ao teatro. Olhou para o seu punho e viu a mesma tatuagem da rosa. Mais do que conhecer o símbolo, ela conhecia o dono daquela marca em especial.
Ele provavelmente estaria por Londres. Fechou os olhos e respirou fundo... Não q precisasse, mas para sentir o cheiro do local. Seria possível sentir o cheiro dele ainda? Será que ele poderia sentir o seu cheiro?
Puxou um longo trago do cigarro. Olhou novamente para as estrelas, cobertas pelo eterno fog de Londres, em um longo momento de reflexão. Não sabia o que era pior: encontrá-lo ou não encontrá-lo. Bem no fundo de seus pensamentos, dizia a si mesma, como se ele a pudesse ouvir:
- Alteza, estou aqui!
Crepúsculo escuro, o céu negro irrevogável, a lua cheia, estava bela o ar frio, o céu sem nenhuma nuvem, mostrando sua completa obscuridade com a lua destacando no breu, eu preparava minhas malas em meu aposento, a cada roupa guardada uma lembrança de uma vida inteira, mas tinha chegado a hora e eu deveria partir pois ali não era mais o meu lugar, sabia que deixaria muitas coisas para traz, muito amigos mas era a hora de eu voltar para minha terra natal.
A mala estava pronta no fim das longas escadarias do castelo, desço cada degrau como se fosse a ultima vez que eu estaria ali naquele lugar, talvez realmente fosse, a mão deslizava pelo corrimão da escadaria e a luva branca nem se quer ficava suja tamanho era o brilho do lugar.
Ao sair pelo portão uma ultima olhada para traz selava o fim de tudo ou um novo começo, com uma tristeza espero o motorista abrir a porta do carro e pegar as malas.
- Boa Noite Senhor Shelford, esta tudo pronto e estamos dentro horario.
Com um sorriso meio sem graça faço um sinal de positivo e entro no carro, aguardo o motorista guardar as coisas e entrar no carro, do um longo suspiro antes de falar.
- Podemos ir para o aeroporto já.
Viajo em pensamentos revendo toda a minha historia e percebo que o avião ja esta se preparando para aterrisar, vejo pela janela a minha antiga casa e um sentimento de conforto toma meu corpo Londres era meu lar e fazia muito tempo que não pisava neste local, logo que saio do avião e pego as malas um motorista ja me aguardava, deveriamos nos apressar antes que os primeiros raios de sol aparecesem.
- Boa Noite Senhor Shelford, estavamos esperando ancioso a sua volta.
Confortado com as palavras ditas pelo motorista sigo ate meu apartamento, largo as malas no meu quarto e percebo que tudo estava como eu tinha deixado mesmo apos todos estes anos alguem tinha cuidado de tudo para que tudo estivese no seu devido lugar.
Me aproximo da janela e vejo a bela londres, com um sorriso no rosto me recolho antes do sol aparecer sabendo que no dia seguinda haveria muita coisa a ser feita afinal o Principe estava de volta a cidade.
A mala estava pronta no fim das longas escadarias do castelo, desço cada degrau como se fosse a ultima vez que eu estaria ali naquele lugar, talvez realmente fosse, a mão deslizava pelo corrimão da escadaria e a luva branca nem se quer ficava suja tamanho era o brilho do lugar.
Ao sair pelo portão uma ultima olhada para traz selava o fim de tudo ou um novo começo, com uma tristeza espero o motorista abrir a porta do carro e pegar as malas.
- Boa Noite Senhor Shelford, esta tudo pronto e estamos dentro horario.
Com um sorriso meio sem graça faço um sinal de positivo e entro no carro, aguardo o motorista guardar as coisas e entrar no carro, do um longo suspiro antes de falar.
- Podemos ir para o aeroporto já.
Viajo em pensamentos revendo toda a minha historia e percebo que o avião ja esta se preparando para aterrisar, vejo pela janela a minha antiga casa e um sentimento de conforto toma meu corpo Londres era meu lar e fazia muito tempo que não pisava neste local, logo que saio do avião e pego as malas um motorista ja me aguardava, deveriamos nos apressar antes que os primeiros raios de sol aparecesem.
- Boa Noite Senhor Shelford, estavamos esperando ancioso a sua volta.
Confortado com as palavras ditas pelo motorista sigo ate meu apartamento, largo as malas no meu quarto e percebo que tudo estava como eu tinha deixado mesmo apos todos estes anos alguem tinha cuidado de tudo para que tudo estivese no seu devido lugar.
Me aproximo da janela e vejo a bela londres, com um sorriso no rosto me recolho antes do sol aparecer sabendo que no dia seguinda haveria muita coisa a ser feita afinal o Principe estava de volta a cidade.
Várias décadas se passaram. Eu havia enterrado meu passado no local onde ele ocorrera, deixando na antiga cidade os antigos amigos. A Irlanda me parecia um local agradável, e para lá eu fui. Com um pouco de jeito, conquistei um "bom velhinho" e não foi difícil, após longos dez anos cuidando dele com toda paciência do mundo, convencê-lo a deixar alguns imóveis para mim, e uma boa quantia de dinheiro, alguns milhares de euros.
No entanto, a eternidade é tempo demais para se viver sozinha e, numa terra nova pra mim eu vivia apenas da diversão de ouvir os rumores de ataques de vampiros pela Grã-Bretanha, boatos inventados por camponeses, totalmente incoerentes, descoesos e distante da realidade. Sempre que possível, eu mostrava, discretamente a um ou outro o que era um ataque vampírico de verdade.
No entanto, um dos boatos me impressionou: um dos empregados da minha casa contou algo sobre a morte de uma jovem menina em Londres, encontrada perto do teatro. Na autópsia, nada fora detectado, apenas anemia profunda. Sim, a menina não tinha quase nenhum sangue nas veias. Mas na verdade, não foi isso que chamou minha atenção verdadeiramente: foi a presença de uma rosa ao lado do corpo da menina.
Na mesma hora, mandei a camareira da casa arrumar minhas malas e o motorista preparar o carro. Acendi um cigarro e olhei pela a janela. Assim que tudo ficou pronto, parti de carro para Londres. Algo me dizia que logo não estaria mais só.
No entanto, a eternidade é tempo demais para se viver sozinha e, numa terra nova pra mim eu vivia apenas da diversão de ouvir os rumores de ataques de vampiros pela Grã-Bretanha, boatos inventados por camponeses, totalmente incoerentes, descoesos e distante da realidade. Sempre que possível, eu mostrava, discretamente a um ou outro o que era um ataque vampírico de verdade.
No entanto, um dos boatos me impressionou: um dos empregados da minha casa contou algo sobre a morte de uma jovem menina em Londres, encontrada perto do teatro. Na autópsia, nada fora detectado, apenas anemia profunda. Sim, a menina não tinha quase nenhum sangue nas veias. Mas na verdade, não foi isso que chamou minha atenção verdadeiramente: foi a presença de uma rosa ao lado do corpo da menina.
Na mesma hora, mandei a camareira da casa arrumar minhas malas e o motorista preparar o carro. Acendi um cigarro e olhei pela a janela. Assim que tudo ficou pronto, parti de carro para Londres. Algo me dizia que logo não estaria mais só.
quarta-feira, 26 de maio de 2010

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Na Europa em uma noite chuvosa nascia um jovem que desde pequeno já começava a descobrir as armadilhas da vida, logo apos seu nascimento sua mãe não agüentaria e viria a falecer fazendo com que seu pai, um homem muito rico o culpa-se pelo resto dos seus dias pela morte de sua esposa.
O tempo foi passando e seu pai nunca superou a perda da esposa o que fez com que Marcio Shelford sempre sofreu muito levando uma vida de riquezas e ao mesmo tempo de tristeza e solidão, isso fez com que Shelford fosse cada dia que passava mais determinado em seus afazeres tentando assim fazer com que seu pai esquecesse a morte de sua mãe e o trata-se realmente como um filho.
Com 16 anos seu pai veio a falecer também e ate no leito de morte fez questão de lembra a Shelford que o mesmo tinha matado a mãe e agora tempos depois o pai, Shelford acabou herdando uma fortuna e um nome forte dentro da Europa, mas de nada adiantava isso, pois ele sempre carregava as palavras de seu pai e isso fazia com que a vida dele tivesse cada vez menos sentido.(continua)
Nome Verdadeiro: Marcio ShelfordLocal de Nascimento: Londres
Idade Real: Desconhecida
Idade Aparente: 28 anos
Cabelos: Longos e Negros
Olhos: Negros
Altura: 1,90m
Peso: 85Kg
Clã: Toreador
Geração: 5ª
Seita: Camarilla
Cargo: Principe
† A Rosa e o Vampiro †
A rosa e o vampiro
Quisera eu, me livrar
Deste vicio
Que me faz seu sangue arrancar
Maldito és o vicio
Sentir o gosto do prazer
De te-la em meus braços
Doce és o veneno que de teus lábios escorre
O que fazer pra controlar o vicio que sinto?
Só me resta entregar-te a bela rosa que morre
Enquanto a escuridão cai, e você se esvai sorrindo
Quisera eu, me livrar
Deste vicio
Que me faz seu sangue arrancar
Maldito és o vicio!
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